O Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto considerou ilegal a decisão de colocar o teatro Rivoli, no Porto, à exploração do privado. A verdade é que num país em que tudo que não é privado, carece dum longo mas democrático concurso público para se chegar a alguma decisão, estava bom de ver que a decisão unilateral da Câmara do Porto estava muito pouco de acordo com a lei. A forma como ele gere a autarquia é saudável em algumas matérias, mas disparatada, inpopular e até ditatorial noutras. Ouvir não custa, Doutor.
PS.: A decisão inviabiliza a decisão e anula o contrato, mas permite que ele permaneça à frente do teatro. Já sabemos que não somos juristas mas não é preciso ser um intelectual inócuo para perceber que algo está errado aqui. E este Teatro Dourado continua...
sábado, 27 de outubro de 2007
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