terça-feira, 2 de outubro de 2007

Marquês na arte de não fazer

Nos últimos 2 anos, MM foi aquilo que se chama "a cereja no topo do bolo" para Sócrates, pois a sua gestão perfeita da comunicação social só foi possível graças a uma oposição do não-fazer. Não fez bem, não fez mal, batia quando e como não devia e não batia em iguais modos e circunstâncias. Uma oposição marcada pelos pseudo-pactos de regime e pela oposição para dentro, uma oposição fraca, sem chama, sem altura nem adversário. Uma oposição que se opõs a si própria. Uma oposição sem fazer. Uma oposição nula. Não fez cacique, mas também não fez política. Salve-se advocacia e as senhas para o almoço!

JQ

PS.: Doutor, para começar a carreira como advogado vai tarde...mas creio que também se deve opôr a isso, não?

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